Não é novidade que muitos fatores podem impactar direta ou indiretamente a economia de um país. No entanto, no Brasil, o último ano deixou sérios resquícios, que podem dar trabalho em 2018 e 2019. 

Se você quer entender melhor sobre o que estamos falando e descobrir o que podemos esperar para os próximos meses, você está no lugar certo! Leia este post até o final para ter uma ideia das atuais perspectivas da economia brasileira. No texto você encontrará:

  • uma breve abordagem sobre a crise econômica brasileira;
  • a perspectiva do mercado e dos agentes do Governo;
  • o cenário que se apresenta em relação a novos investimentos.

Ficou curioso? Vamos conferir!

A crise econômica brasileira

Uma crise econômica é definida pela incapacidade de um país em controlar alguns fatores internos, tais como a alta da inflação, sem causar prejuízos ao comércio e consumo de bens e serviços. Dessa forma, tal desvalorização pode prejudicar também a empresas e outras instituições.

Nesse sentido, o Brasil passou por um período turbulento, em relação ao cenário econômico, que custou caro para o seu desenvolvimento. No entanto, ao que tudo indica, a fase mais difícil já foi enfrentada e começa a ficar para trás.

Com o fortalecimento da economia internacional e o avanço significativo conquistado pelo mercado financeiro, o país conseguiu perceber uma oportunidade de voltar a crescer. A expectativa e a confiança geradas nessa “luz no fim do túnel” tornaram-se força motriz para o retorno dos investimentos e aumento do consumo.

Com a recuada de taxas e o crescimento gradual da oferta de emprego, a economia nacional começa a se restabelecer. Isso se deve, em grande parte, ao fato dos empresários voltarem a focar no dia a dia e na operacionalização dos negócios, deixando um pouco de lado o aspecto macroeconômico.

Apesar dos pequenos avanços, ainda existem sérias preocupações com as questões sociais e políticas atuais. Com um contexto político agitado, a população enfrenta um período de incerteza, especialmente em relação às propostas econômicas apresentadas pelos partidos.

Entre as maiores dificuldades do Brasil está o controle da dívida pública, que chega a 75% do PIB, enquanto nos países desenvolvidos é de 45%. Uma das principais medidas de impacto sobre essa questão era a reforma da previdência social, que não ocorreu em função da mudança de prioridades do Governo.

Com tudo isso, o Brasil se aproxima de um período econômico mais otimista e produtivo. Quem souber como aproveitar esse espaço pode começar a se preparar para colher bons frutos em um futuro não tão distante.

A perspectiva do mercado e dos agentes do Governo

Crescimento do PIB

O crescimento do PIB se dá pelo aumento total da produção de bens e serviços em um determinado período de tempo. Assim, é possível estabelecer se a produção, renda e nível de emprego, por exemplo, estão crescendo ou não.

Em geral, os efeitos de um PIB positivo e em expansão são:

  • o aumento de produção;
  • o crescimento da oferta de empregos;
  • a ampliação da média de salários pagos;
  • o maior nível de consumo;
  • o incremento do fluxo de produção.

Logo, tais benefícios são cíclicos e contribuem para um crescimento (ou retração) constante do PIB. Dessa forma, quando ocorre o aumento do fluxo de produção, ele volta a crescer, reiniciando o processo.

A previsão do ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, foi de que o PIB cresceria 3% em 2018. De acordo com o atual ministro, Eduardo Guardia, a nova equipe econômica não tem pretensão de reduzir essa estimativa.

O novo ministro afirma que os sinais de retomada do crescimento são claros e estão presentes em vários setores, principalmente no mercado de investimentos e bens de capital.

Com isso, os impactos são bastante positivos para as pessoas, contando com:

  • redução da taxa de desemprego;
  • crescimento do rendimento médio habitual;
  • aumento de crédito;
  • queda da taxa de juros;
  • recuo da taxa de inadimplência.

Queda da inflação

Outro ponto importante que balança as perspectivas da economia brasileira é a queda da inflação. De acordo com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, qualquer reajuste de inflação traz melhorias importantes para a população, especialmente para os trabalhadores que perceberão um ganho real no salário.

Nas palavras de Ilan, “Inflação baixa significa que, uma vez reajustado o salário, é possível comprar muito mais produtos do que no caso da inflação alta. No passado, o salário subia, a inflação subia muito mais. O preço nos supermercados subia bem mais. E, no final, o trabalhador não ganhava. Agora, qualquer ajuste de salário significa um ganho real, porque os preços não vão subir”.

Dessa forma, o poder de compra é mantido, contribuindo para que a economia continue girando de uma forma positiva.

Taxa SELIC

A taxa SELIC tem como função servir de referência para a operação entre bancos, influenciando a economia nacional. Logo, ela é decidida em reunião pelo Comitê de Política Monetária — o COPOM —, formado pela diretoria do Banco Central.

Neste ano, a taxa já enfrentou seu 12º corte, alcançando o percentual de 6,50% ao ano. Isso se deve ao fato de as expectativas em relação à inflação melhorarem, dando espaço para o Banco Central atuar reduzindo a taxa SELIC.

O resultado gerado é muito positivo para os brasileiros. Basicamente, trata-se de:

  • acesso a crédito com juros menores;
  • investimentos facilitados;
  • maior atratividade de aplicações em títulos públicos;
  • geração de empregos;
  • aumento do consumo.

O cenário em relação aos investimentos

É possível perceber que o momento é bastante conveniente para quem deseja aplicar recursos e estimular a economia. Como já citado, são as atividades empresariais que darão base para a retomada da saúde econômica nacional.

Durante a crise encarada pelo Brasil, o empreendedorismo por necessidade foi um meio bastante utilizado por quem enfrentou o desemprego, por exemplo. No entanto, hoje essa realidade é um pouco diferente.

Com o desejo de investir dinheiro em empresas que já existem, seja para desenvolver ou expandir suas atividades, e também abrir novos negócios, começa a surgir uma necessidade importante para o cenário brasileiro: a disponibilidade de crédito.

Necessidade de crédito

Com um bom momento para abrir e ampliar negócios, o fornecimento de crédito ainda tem se mostrado pouco eficaz, especialmente se considerarmos os serviços prestados pelas grandes instituições financeiras.

Pensando nisso, surgiram meios de fornecer crédito e fomentar a economia por meio da antecipação de recebíveis para pessoa jurídica, atividade legalmente realizada pelas empresas de factoring.

Com algumas habilidades específicas, é possível ingressar nesse setor, realizando a atividade de fomento de forma segura, lucrativa e eficaz. Para quem possui experiência no mercado financeiro, fica ainda mais fácil investir em uma franquia de factoring.

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